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29 de julho de 2014Capitão do tetra é suspeito de fazer operações financeiras inexistentes para pagar menos impostos.
O treinador negou a dívida e até chegou a fazer ameaças a veículos de comunicação que divulgassem o fato. O problema é que o capitão do tetra já perdeu a instância interna da Receita, além de ter recurso negado no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) do Ministério da Fazendo. O próximo deve ser a Justiça.
A transação suspeita ocorreu em 2002, quando um total de R$ 270 mil foi depositado em uma conta do Banco do Brasil que o ex-jogador possuía no exterior. O montante refere-se ao pagamento de um empréstimo feito em 1998 ao Júbilo Iwata, do Japão, clube onde atuara entre 1995 e 1998.
Segundo o Carf, há forte indícios de que o capitão do tetra tenha utilizado operações financeiras inexistentes para pagar menos impostos. Todos os recibos e documentos apresentados pelo treinador não foram suficientes para acabar com as suspeita do Carf.
Os R$ 907 mil são referentes ao Imposto de Renda (IR) sobre a transação, além de duas multas e juros. O valor do IR é de R$ 325.752,21, enquanto as multas são de R$ 370.960,10 e os juros R$ 210.444,59. Os valores, contudo, são referentes a abril de 2007. Com a correção pela inflação, o montante chega a R$ 1,3 bilhão em junho deste ano.
