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11 de julho de 2019O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou, em entrevista ao Correio Braziliense, que não pretende deixar o cargo por causa das mensagens reveladas com procuradores da Lava Jato à época que era o juiz à frente da investigação na primeira instância.
\”Não vai ser por causa de falsos escândalos que vou desistir dessa missão\”, disse, referindo-se à consolidação dos avanços no combate à corrupção e ao crime organizado. Moro se refere à publicação das mensagens como \”revanchismo\” e afirmou que o hacker tem interesse principal de impedir novas investigações e anular condenações.
Na entrevista, publicada neste Domingo (7), o ministro admite que \”pode ter mensagens que tenham ocorrido\”, citando como exemplo o trecho revelado \”In Fux, we trust\”. \”\’Confio no ministro do Supremo\’. Qual é o problema em falar nisso? Problema nenhum. Mas pode ter uma mexida numa palavra, na própria identificação e na atribuição dessas mensagens\”, disse, repetindo que deveria ter sido averiguada a autenticidade do material.
Em relação à suposta interferência em uma possível delação do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, Moro disse que a atribuição não era dele, e sim do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Procuradoria Geral da República (PGR).
