Fed’s low rates pledge supports global stocks
10 de agosto de 2011JFE may join Brazil steel mill project of Vale,others
12 de agosto de 2011A presidenta da República, Dilma Rousseff, disse na noite de hoje
(10), em discurso a empresários do ramo da construção civil, que o
Brasil adquiriu experiência suficiente na última crise econômica
mundial, de 2008, para evitar entrar agora em recessão com as novas
oscilações negativas do mercado internacional.
“Nós apreendemos, com a nossa experiência, que momentos de crise são
momentos de oportunidade”, disse. “Em nome do governo brasileiro eu
digo que não entraremos em recessão, e digo não como uma bravata, mas
porque temos condições de reagir, e isso não significa que sejamos
imunes a crise”, acrescentou.
Dilma ressaltou que atualmente o país dispõe de US$ 350 milhões de
reservas internacionais, US$ 140 milhões a mais que na crise de 2008. De
acordo com ela, o Brasil está mais preparado também para enfrentar a
contração do crédito. Há três anos, o país tinha R$ 220 milhões em
compulsórios. Hoje o valor é cerca de R$ 200 milhões a mais.
“Naquela época todos os países do mundo utilizaram mecanismos para
superar a situação crítica. Alguns pegaram recursos fiscais,
financeiros, do Orçamento, e salvaram os bancos. Deixaram os
consumidores e população endividada sem apoio e resgate”, disse. “Outros
países, como nós, saímos da crise porque apostamos no consumo, no
investimento. A saída da crise não era recessiva, não era colocar um
peso para cima da economia”, completou.
A presidenta disse que o país irá agir novamente como em 2008, para
preservar e fortalecer as forças produtivas, o emprego e a renda da
população. “O que não quer dizer que não vamos usar medidas para nos
proteger do ponto de vista financeiro e cambial”, declarou.
Para Dilma Rousseff, que “por falta de liderança política e por
falta de clareza nas medidas”, a atual crise econômica mundial poderá
durar mais que a de 2008.
