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16 de junho de 2015O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, centrou seu discurso no seminário “Uma Agenda para Dinamização da Exportação de Serviços”, na necessidade de o Brasil elevar o seu volume de exportações de serviços de engenharia. De acordo com ele, o Brasil é hoje o 12º exportador de engenharia em um conjunto de 15 países no mundo. Na América Latina, é o único exportador neste segmento. “Serviço de engenharia é um serviço invisível que faz crescer a economia visível”, disse Castro.
De acordo com o presidente da AEB, a exportação estimula ou viabiliza a inserção internacional indireta de 1.500 a 2.800 empresas de projetos, 80% de Micros, Pequenas e Médias Empresas (MPME), que empregam cerca de 1,5 milhão de pessoas. A exportação de engenharia requer algumas condições tais como empresas com competência técnica e capacidade de gestão, estrutura pública de apoio financeiro de longo prazo e seguro de crédito à exportação, entre outras coisas.
Para Castro, a exportação de serviços de engenharia funciona lá fora como uma ponta de lança, que abre novos mercados. Por isso, de acordo com ele, a necessidade de maior apoio do governo a este segmento da economia. O seminário é organizado pelo Jornal Valor Econômico.
