Already Lofty Interest Rates in Brazil Get Even Higher
3 de março de 2011Mercado reduz, pela primeira vez em três meses, projeção da inflação de 2011
10 de março de 2011Durante sua passagem pelo Rio de Janeiro, prevista para o próximo dia 20, o presidente americano, Barack Obama, pretende fazer um discurso para cerca de mil pessoas. O local será definido com a chegada de uma comitiva da Casa Branca, prevista para logo depois do carnaval, mas o ideal é que seja um ambiente fechado, para facilitar o trabalho da segurança do visitante.
A realização do evento em uma praia, como Copacabana, ou no Aterro do Flamengo, não foi descartada. O discurso e a visita de Obama a um morro pacificado seriam as únicas atividades oficiais da agenda na capital fluminense, para que ele e a família possam ter tempo de conhecer algum ponto turístico. O Cristo Redentor, segundo o governador Sérgio Cabral, é um dos mais cotados por Obama e sua família.
O Planalto, o Itamaraty e a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília disseram ontem que trabalham com as datas já negociadas para a visita — 19 e 20 de março —, apesar dos rumores de que o impasse sobre o Orçamento americano possa atrapalhar os planos. Nenhum dos dois governos disse ter recebido informação que indicasse uma possível alteração ou cancelamento da viagem.
A ameaça de adiamento foi cogitada tendo em vista um atraso na aprovação do Orçamento nos EUA. Em 18 de março, véspera da chegada de Obama ao Brasil, expira o prazo do financiamento extraordinário aprovado pelos congressistas para manter as atividades do governo federal até a aprovação do texto definitivo.
Em Brasília, o cronograma prevê, até agora, encontros com a presidente Dilma Rousseff e com altos empresários dos dois países. Os Estados Unidos já demonstraram o desejo superar as expectativas, uma vez que perderam para a China, no último ano, o posto de principal parceiro comercial do Brasil.
Durante a estada de Obama deve ser assinado um tratado de cooperação econômica e comercial que prevê a formação de grupos de trabalho para resolver questões técnicas, como as barreiras não tarifárias. Michelle e as filhas do casal, Malia e Sasha, de 12 e 9 anos, devem seguir uma programação diferente. A primeira-dama quer se encontrar com os “jovens embaixadores”, grupo formado por 35 estudantes brasileiros que foram recebidos por ela em janeiro de 2010, na Casa Branca. Ela tem interesse também em montar uma programação cultural para o dia.
