Brazil Petrobras To Buy 50% Of Two Gabon Oil Blocks From Ophir Energy
17 de junho de 2011Ministro quer estender todos os direitos trabalhistas às empregadas domésticas
21 de junho de 2011O presidente da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Joseph Deiss, tem reuniões hoje (20), em Brasília, com a presidenta Dilma Rousseff e o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. A visita dele ocorre no momento em que os ataques na Líbia são alvo de críticas de parte da comunidade internacional e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, deve ser reconduzido para mais um mandato.
É a segunda autoridade a visitar o Brasil, em menos de uma semana. Nos últimos dias 9 e 10, Ban Ki-moon esteve em Brasília, quando conversou com a presidenta Dilma Rousseff e vários ministros, além de parlamentares e representantes de organizações não governamentais.
Deiss e Ban Ki-moon vêm ao Brasil no momento em que o governo brasileiro defende a reforma do Conselho de Segurança das Nações e intensifica a organização para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) – que ocorrerá entre maio e junho de 2012.
No caso do conselho, o Brasil ocupa um dos dez assentos não permanentes até dezembro e aproveita a oportunidade para ampliar a campanha em favor da reforma do órgão. Para as autoridades brasileiras, a estrutura do conselho reflete um mundo de meio século atrás – do pós-Segunda Guerra Mundial – e não as forças que compõem o cenário político mundial atual.
Atualmente ocupam lugares permanentes do Conselho de Segurança a China, França, Rússia, o Reino Unido e os Estados Unidos; os assentos rotativos são ocupados pela Bósnia-Herzegovina, Alemanha, por Portugal, pelo Brasil, pela Índia, África do Sul, Colômbia, pelo Líbano, Gabão e pela Nigéria.
Duas décadas depois da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92), a Rio+20 quer renovar o engajamento dos líderes mundiais no desenvolvimento sustentável do planeta. A expectativa é que cerca de 150 chefes de Estado e de governo participem das discussões, além de especialistas e integrantes de entidades que atuam no setor.
