Brazilian Criticizes Wealthy Nations’ Policies
19 de abril de 2011Declarações do IR enviadas até fim do feriadão ficam abaixo da expectativa da Receita
25 de abril de 2011O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir
Cavalcante, conheceu hoje (19) os termos da Proposta de Emenda à
Constituição (PEC) 11/2011, que estende os requisitos de inelegibilidade
previstos na Lei Complementar número 135, de 4 de junho de 2010 – mais
conhecida como Ficha Limpa – aos cargos do Executivo. A proposta foi
apresentada a Ophir por seu autor, o deputado federal Sandro Alex
(PPS/PR), em reunião no gabinete da Presidência da OAB. Entre os pontos
principais da PEC, que, após receber 220 assinaturas, já tramita na
Câmara dos Deputados, estão a extensão das exigências da Lei Ficha Limpa
às pessoas que assumirem cargos de ministro de Estado, funções de
confiança, cargos em comissões e empregos de livre nomeação em
autarquias e outros órgãos.
“Os cargos no Executivo ficaram de fora da lei. Como uma pessoa pode
ser considerada inelegível pela Justiça eleitoral e poder assumir um
cargo de grande relevância no Executivo?”, questionou o parlamentar ao
justificar a importância da PEC hoje entregue a Ophir. “Sinto-me
orgulhoso de poder entregar esse projeto à OAB, que também é a minha
casa”, acrescentou Sandro Alex, que além de deputado é advogado.
O presidente da OAB elogiou a iniciativa e disse ter ficado feliz ao
saber que os efeitos da Ficha Limpa continuam a persistir na atuação dos
parlamentares. “É importante manter viva a filosofia da Ficha Limpa, de
que precisamos ter ética na política e também no provimento de cargos
no Executivo”. Ophir Cavalcante remeterá a PEC para estudo pela Comissão
de Estudos Constitucionais da entidade e, posteriormente, ao plenário
da OAB. Ophir ainda afirmou ao parlamentar que recentemente o Conselho
Federal da OAB incorporou os princípios e valores da Lei Ficha Limpa à
legislação que rege as eleições para os dirigentes da entidade,
alterações essas que ainda serão enviadas para votação no Congresso
Nacional.
