RS: controvérsias ameaçam apoio político de governador
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23 de janeiro de 2015A munição do doleiro Alberto Youssef contra políticos ainda é grande. Em Curitiba, nos bastidores do Ministério Público Federal, da Justiça Federal e entre advogados criminalistas, circula a informação de que ele, um dos principais operadores do esquema, preso na carceragem da Polícia Federal desde 17 de março, não contou ainda nem metade do que sabe sobre o envolvimento de autoridades no maior escândalo de corrupção da história do país.
Até o momento, no acordo de delação premiada, o doleiro já produziu 57 anexos com temas diferentes. Uma força-tarefa de procuradores acredita que Youssef será a principal fonte nesta fase da operação. Esse grupo vai se debruçar sobre o material produzido pela Operação Lava-Jato com o objetivo de avançar nas investigações que apontam a participação de políticos com foro privilegiado.
Deprimido na cadeia, o doleiro já avisou a pessoas próximas que não tem mais nada a perder. Repete a todo instante que só pensa na família e nos filhos. Separou-se da mulher na prisão, está bem mais magro e envelhecido. Ele divide a cela com um preso comum.
