Obama pledges anti-drug funding on El Salvador visit
23 de março de 2011Dilma enviará reforma tributária ao Congresso de forma “fracionada”
25 de março de 2011De olho no potencial de crescimento de praticamente todos os setores da economia brasileira, Alemanha e China vêm ao País para aumentar seus investimentos no mercado considerado mais promissor do mundo.
A partir de hoje até a próxima semana, empresários brasileiros e alemães se reúnem no 1º Laboratório de Aprendizagem em Inovação Brasil-Alemanha 2011. O objetivo do evento é tentar identificar e desenvolver parcerias e negócios bilaterais entre os países e áreas estratégicas como petróleo e gás, próteses ortopédicas, tecnologias para grandes eventos, como a Copa do Mundo e Olimpíadas a serem realizadas no País, além de energias limpas.
Outro objetivo é tornar o Brasil um dos maiores parceiros comerciais da Alemanha. Enquanto o país europeu é o quinto maior parceiro brasileiro, o Brasil não está entre os 10 maiores parceiros dos alemães.
A China deve financiar mais de R$ 7 bilhões para as ampliações das áreas de soja no Estado de Goiás nos próximos sete anos. Com planos de importar diretamente 6 milhões de toneladas do grão por ano do estado, quatro empresas chinesas, estatais e de capital misto, irão enviar uma comitiva de técnicos e especialistas no começo do próximo mês para avaliar o projeto que dobrará a produção goiana de soja até 2018. A ideia dos chineses é minimizar percalços no trajeto da soja até o seu país, excluindo as intermediárias multinacionais do setor.
Toda esta atração de estrangeiros fez o fluxo de dólares para o Brasil disparar este ano. Segundo dados do Banco Central, até o dia 18 de março, a entrada líquida de recursos estrangeiros no País soma US$ 34,6 bilhões, contra US$ 24,3 bilhões do total do ano passado. Em março apenas, o fluxo acumulado é de US$ 11,7 bilhões.
