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26 de junho de 2015A segunda fase da operação Acrônimo cumpre nesta quinta-feira (25) 19 mandados de busca e apreensão em Brasília, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
Na capital, segundo o Blog apurou, um deles acontece na agência de comunicação Pepper, que prestou serviços ao PT e fez campanhas do partido na internet, como a da presidente Dilma Rousseff em 2010. Os policiais federais vasculham caixas de e-mails e documentos da empresa.
A primeira fase da Acrônimo prendeu o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, que tem mais de R$ 500 milhões em contratos com o governo federal. Ele já foi solto.
Bené foi colaborador de campanhas do PT, entre as quais a do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, no ano passado. Após a primeira fase, a PF pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a abertura de inquérito contra o governador por suspeita de participação na prática de crimes como lavagem de dinheiro e ocultação de bens.
A Operação Acrônimo começou em outubro do ano passado, quando a PF apreendeu, no aeroporto internacional de Brasília, R$ 113 mil em dinheiro numa aeronave que transportava Bené e seu funcionário Pedro Augusto Medeiros.
Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do Ministério da Fazenda que atua no combate à lavagem de dinheiro, registraram movimentações atípicas de Medeiros.
Segundo relatório obtido pelo Blog, o Coaf informou à Polícia Federal (PF) sobre movimentação de mais de R$ 1,3 milhão incompatíveis com sua renda.
