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3 de setembro de 2018O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou José Yunes, ex-assessor do presidente Michel Temer, a acessar documentos sigilosos do inquérito que investiga Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energia).
O inquérito apura o suposto acerto de repasses ilícitos pela Odebrecht ao MDB. Conforme as investigações, o acerto teria ocorrido num jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial de Temer, em 2014.
Após Yunes pedir acesso aos documentos, a Procuradoria Geral da República se manifestou favoravelmente argumentando que, apesar de ele não estar formalmente entre os investigados, as apurações \”apontam para sua participação nos fatos apurados\”.
\”Sendo este o cenário, diante do possível envolvimento do ora peticionante nos fatos delituosos em questão, afigura-se legítimo o seu interesse na obtenção da íntegra dos elementos já documentados e incorporados ao caderno persecutório\”, escreveu Fachin.
O inquérito surgiu a partir da delação premiada de executivos da Odebrecht.
O caso se refere a um jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, em que os integrantes teriam acertado o repasse ilícito de R$ 10 milhões ao MDB.
De acordo com os delatores, teriam participado da reunião Eliseu Padilha, o então presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht, o ex-executivo Cláudio Melo Filho e o então vice-presidente da República Michel Temer.
O presidente já admitiu que houve o jantar, mas sempre afirmou que não falaram de valores.
Quando os depoimentos dos delatores se tornaram conhecidos, o Palácio do Planalto divulgou nota informando que Temer \”repudia com veemência\” o conteúdo da delação de Melo Filho.
