TRF derruba liminar que obrigava Receita a atender pedidos em 120 dias
26 de setembro de 2011Rousseff Crisis Spurred by Lula Debts as Brazil Boom Diminishes
28 de setembro de 2011Os parlamentares gregos devem aprovar um imposto sobre o setor imobiliário, destinado a cobrir um rombo de cerca de € 2 bilhões no orçamento, a ser coletado por meio das contas de energia elétrica. Segundo noticiaram agências internacionais, a medida é o primeiro teste sobre a capacidade do governo de obter apoio para uma nova onda de aperto anunciado na semana passada e convencer o FMI (Fundo Monetário Internacional) e a União Europeia sobre um empréstimo no valor de € 8 bilhões.
O ministro das Finanças da Grécia, Evangelos Venizelos, disse que os inspetores pediram garantias por escrito de que o país implantará as medidas anunciadas até o próximo fim de semana. “Estamos no momento da verdade para a Grécia,” disse na véspera um porta voz para assuntos econômicos da União Europeia, Amadeu Altafaj. Segundo ele, esta é a última chance de evitar um colapso na economia grega. De acordo com analistas, o imposto sobre a propriedade é uma medida de curto prazo que não vai evitar o calote, visto como inevitável pela maioria dos economistas.
Diante da aplicação de novas medidas de austeridade, ativistas se comprometeram a intensificar as manifestações no centro de Atenas, provocando confrontos com a polícia de choque. A manifestação começou no último domingo e conta com aproximadamente duas mil pessoas.
Encontro marcado
O primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou, estará em Berlim para uma reunião com a chanceler alemã Angela Merkel para discutir a crise grega, que tem preocupado toda a Europa. Na véspera, a chanceler alemã afirmou que o não cumprimento grego destruirá a confiança na Zona Euro provocando um efeito contágio.
Vale lembrar que as negociações entre o governo grego e a Troika – entidade internacional formada União Europeia, FMI (Fundo Monetário Internacional) e o BCE (Banco Central Europeu) – foram suspensas no começo deste mês, na recusa de Atenas em adotar mais medidas de austeridade.
