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25 de setembro de 2012O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que está na reta final da sua campanha pela reeleição, usará amanhã (25) seu espaço na 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas para condenar a onda de ataques às representações norte-americanas em vários países e a violência no Oriente Médio. Obama enfrenta as eleições em novembro. Seu principal adversário é o republicano Mitt Romney.
O porta-voz do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), Tommy Vietor, disse que Obama aproveitará a oportunidade para discutir o papel dos Estados Unidos no cenário internacional.
Porém, a preocupação de Obama está centrada na onda de violência contra as representações norte-americanas. O ataque mais grave ocorreu em Benghazi, na Líbia, matando o embaixador Chris Stevens e mais três funcionários do consulado dos Estados Unidos. Os ataques foram causados devido à fúria provocada pela divulgação de um filme no qual o profeta Maomé e o islamismo são satirizados.
“[O presidente] vai deixar claro que rejeitamos as opiniões expressas neste vídeo e sublinhar que a violência nunca é aceitável. [Essa] mensagem tem sido repetida por dirigentes que entraram em contato com o presidente [de diferentes locais], como a Líbia, o Egito e o Iêmen”, disse o porta-voz.
Em relação à política externa, Obama pretende dizer que os Estados Unidos não se furtarão em defender a justiça e os valores democráticos. No seu discurso, o presidente norte-americano deve reiterar as críticas ao governo do Irã, suspeito de conduzir um programa nuclear sem fins pacíficos.
“Como líder da nação mais poderosa do mundo, [o presidente Obama] terá a oportunidade de definir a agenda sustentada na ‘credibilidade’ que dá em favor das alianças [políticas], do fim da guerra no Iraque e da derrota [da rede] da Al Qaeda” , disse o porta-voz.
