Romney Wins G.O.P. Primary in New Hampshire
11 de janeiro de 2012Banco britânico RBS vai demitir 3.500 postos
13 de janeiro de 2012A inflação percebida pelos idosos perdeu força em 2011 e subiu 6,19%,
abaixo da apurada em 2010 (6,27%). É o que mostrou o Índice de Preços
ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), anunciado nesta quinta-feira,
12, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que mede evolução de preços
entre os idosos. O desempenho também ficou abaixo da inflação em todas
as faixas etárias, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil
(IPC-BR) e que encerrou o ano passado com alta de 6,36%.
Porém, o indicador acelerou na margem, com alta de 1,67% no quarto
trimestre de 2011, acima do terceiro trimestre do ano passado (0,91%).
Este desempenho também ficou acima da taxa do IPC-BR para o mesmo
período (1,59%).
Das sete classes de despesa usadas para cálculo do indicador, seis
apresentaram acréscimos em suas taxas de variação de preços do terceiro
para o quarto trimestre do ano passado. O destaque ficou com avanço de
preços no grupo Alimentação (de 0,82% para 2,38%), que foi pressionado
por deflações mais fracas; aceleração e fim de queda de preços em
hortaliças e legumes (de -12,28% para -3,22%), carnes bovinas (de 2,74%
para 9,69%) e pescados frescos (de -4,15% para 1,74%).
Também contribuíram para a taxa maior do IPC-3i no último trimestre
de 2011 as acelerações e término de deflação em Educação, Leitura e
Recreação (de -0,27% para 2,43%), Vestuário (de 0,77% para 2,57%), Saúde
e Cuidados Pessoais (de 1,19% para 1,45%), Transportes (de 0,63% para
1,05%) e Despesas Diversas (de 0,15% para 0,74%).
O grupo Habitação foi o único a mostrar desaceleração de preços no mesmo período (de 1,25% para 1,22%).
