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24 de maio de 2013O Banco Central Europeu (BCE) está avaliando expandir sua gama de ferramentas de política, ao mesmo tempo em que banco central dos Estados Unidos cogita reduzir suas medidas de estímulo, o que destaca as diferenças entre os dois maiores blocos econômicos.
O membro do Conselho Executivo do BCE Peter Praet disse na quarta-feira que o banco pode tentar novas políticas se necessário para enfrentar os riscos de deflação, acrescentando que o BCE também está avaliando medidas para encorajar mais empréstimos na zona do euro.
Praet disse que a desalavancagem dos bancos da região pode afetar o crescimento e deixar a inflação em um nível baixo demais –ela já caiu para 1,2 por cento, bem abaixo da meta de perto mas abaixo de 2 por cento –e que o BCe agiria opara evitar uma espiral desinflacinária se necessário.
“Nós temos um objetivo: estabilidade de preços”, afirmou ele. “Se esse objetivo estiver em risco, nós temos a possibilidade… de expandir a gama de instrumentos (de política monetária) se acharmos que é necessário para esse objetivo”, continuou Praet.
Christian Noyer, outro membro do Conselho Executivo do BCE, também disse que o BCE está avaliando novas medidas para lidar com as diferenças nas condições de financiamento na zona do euro.
Em contraste, o chairman do Federal Reserve, Ben Bernanke, disse que o banco central norte-americano pode decidir reduzir os 85 bilhões em títulos que compra a cada mês em uma de suas “próximas reuniões” se a economia mantiver o ímpeto.
O estímulo monetário está ajudando a economia a se recuperar, disse Bernanke ao Congresso na quarta-feira, mas acrescentou que o Fed precisa de mais sinais de tração antes de reduzir a intensidade do programa de estímulo.
A economia dos Estados Unidos recuperou força na primeira parte do ano, enquanto a zona do euro permaneceu em recessão pelo sexto trimestre consecutivo, e pesquisas sobre a atividade indicaram nesta quinta-feira que essa série pode chegar a sete trimestres, à medida que a fraqueza se espalha para os países centrais, especialmente a França.
