U.S., Brazil worried about European crisis
21 de setembro de 2011Dilma repudiates use of force in Arab countries
23 de setembro de 2011O mercado de ações na Europa reagem com pessimismo às últimas decisões do banco central americano (Federal Reserve) para reativar a economia do país. A Bolsa de Londres desaba 4,03%, Frankfurt recua 3,86% e Paris cede 4,30%.
Ontem, o Fed deu mais um passo não convencional para tentar estimular a economia norte-americana que flerta com a recessão, afirmando que vai aumentar a fatia de Treasuries (títulos) de longo prazo de sua carteira em US$ 400 bilhões até junho de 2012, num esforço para tornar o crédito mais barato e impulsionar os gatos e os investimentos. Para manter as taxas de hipotecas baixas, o Fed também disse que vai reinvestir os recursos dos ativos lastreados em hipotecas e das dívidas das agências que vencerem em ativos hipotecários.
O resultado prático das medidas tem efeito duvidoso. Muitos analistas dos Estados Unidos a reivindicaram não propriamente por contarem com efeitos milagrosos, mas por entenderem que alguma coisa o Fed tinha de fazer para passar a impressão de que enfrenta corajosamente a paradeira exasperante da economia americana e o drama de 14 milhões de desempregados (9,1% da força de trabalho).
Nesta quarta mesmo, a reação do mercado após o anúncio do Fed foi de frustração e desânimo, aparentemente por não conseguir rechaçar a percepção de que não serão apenas essas medidas que irão resolver a estagnação da economia americana.
