A ‘Global’ Eletrobrás to drop the accent on its name
4 de março de 2010Governo discute possibilidade de reduzir impostos para serviço de banda larga
10 de março de 2010Os executivos da Randon que foram processados pela Justiça Federal de São Paulo apelarão para se defender contra a acusação de um suposto uso de informações privilegiadas visando o lucro no mercado de ações. “Em relação a este processo, estamos nos defendendo e fazendo uma apelação”, contou ao DCI, Astor Milton Schmitt, diretor corporativo e de relações com investidores.
De acordo com nota de esclarecimento divulgada pelo grupo “as compras citadas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), foram em quantidades e valores inexpressivos” se comparada ao histórico das pessoas abrangidas. Esta justificativa foi reforçada pelo executivo em conversa com a reportagem.
A ação foi movida contra seis executivos e acionistas da empresa: Raul Anselmo Randon, Nilva Terezinha Randon, Daniel Raul Randon, Erino Tonon, Astor Milton Schmit e Erino Tonon, com a alegação de que eles teriam adquirido 754 mil ações da Randon e da Fras-le, pouco antes (dois meses) da entrada da Arvin Meritor como sócia do grupo brasileiro – depois disso, as ações valorizaram mais de 100% após um ano. Em sua defesa, a empresa alega que o grupo “tem por hábito realizar investimentos adquirindo ações”, no caso, de amas as empresas citadas.
O processo administrativo feito CVM gerou multa aos executivos de cerca de R$ 231 mil. Eles argumentam que “as aquisições não objetivaram obtenção de vantagem ou proveito próprio”.
