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Intérpretes afegãos pedem aos EUA que não se esqueça deles - 30/04/2021
Dezenas de afegãos que mesmo com os riscos trabalharam como intérpretes para o exército americano expressaram nesta sexta-feira (30) seu medo de serem atacados pelos talibãs quando os Estados Unidos abandonarem seu país, e pediram a Washington para não deixá-los para trás.

Esses intérpretes se reuniram em um bairro de Cabul depois da oração dessa sexta-feira, às vésperas do começo oficial da retirada dos últimos soldados americanos que restam no Afeganistão.

"O principal que pedimos é que nos levem para os Estados Unidos. Isso foi o que nos prometeram", disse Mohamad Shoaib Walizada, um intérprete afegão que trabalhou para o exército americano em operações de combate entre 2009 e 2013.

Walizada, de 31 anos, explicou que foi ferido na perna enquanto acompanhava uma unidade americana em Ghazni (leste) em 2011.

O presidente americano, Joe Biden, anunciou em meados de abril que todas as tropas de seu país abandonariam o Afeganistão antes de 11 de setembro, o vigésimo aniversário dos atentados de 2001.

Ao se apresentarem como "heróis de guerra esquecidos", os membros deste grupo de intérpretes se queixaram de que seus contratos com as forças americanas e da Otan foram brutalmente rompidos.

Milhares de intérpretes afegãos abandonaram seu país de origem depois de ganharem vistos dos Estados Unidos ou de países da Otan.

No entanto, nos últimos anos ficou mais difícil para os intérpretes obterem vistos, porque alguns funcionários americanos argumentam que um extremista islâmico poderia entrar nos Estados Unidos passando-se por um deles.

Em um relatório publicado no início de abril, a Universidade Brown informou que em 2019 cerca de 19.000 solicitações de vistos de afegãos que trabalharam para o governo americano, como intérpretes ou em cargos administrativos, ainda não haviam sido tramitadas.

Em 2020, depois de quase duas décadas de guerra, mais de 18.000 desses solicitantes afegãos e 45.000 membros de sua família imediata obtiveram vistos e emigraram aos Estados Unidos, segundo o mesmo relatório.

Contatados pela AFP, o exército e a embaixada dos EUA não responderam até o momento.


Fonte: Estado de Minas
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