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General Villas Boas cria instituto para ajudar portadores de ELA e outras doenças raras - 29/11/2019
Comandante do Exército Brasileiro de 2015 a janeiro deste ano, o general Eduardo Villas Boas anunciou nesta quinta-feira (28), em rede social, a criação de um instituto para portadores de doenças raras. A instituição deve ser inaugurada na próxima semana.

Villas Boas sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença neuromotora de caráter degenerativo. A entidade se chamará Instituto General Villas Boas, de acordo com a postagem.

"Tenho a honra de convidar a todos que desejarem se juntar às nossas causas para divulgar conhecimento que traga benefícios às pessoas que vivem em condições raras, assim como eu", diz o texto de Villas Boas.

"Ademais, humildemente, diante do gigantismo da tarefa, queremos nos juntar a aqueles que imaginam ser essencial reconstruirmos um projeto nacional, capaz de mobilizar nossas energias de forma a encurtarmos nosso tempo de consolidação dos nossos objetivos."

O diagnóstico do militar é conhecido desde 2017, quando ele ainda era comandante do Exército. Nomeado em 2015, pela então presidente Dilma Rousseff, Villas Boas ganhou notoriedade no debate sobre segurança pública após a intervenção federal no Rio de Janeiro, quando homens das Forças Armadas reforçaram o policiamento no estado.

Em outubro deste ano, o general chegou a passar por uma traqueostomia, no Hospital das Forças Armadas (HFA), após dificuldades respiratórias. Villas Boas passou 10 dias internado e chegou a ser transferido a uma UTI antes de receber alta, em 12 de outubro.

O termo "doença rara", segundo o Ministério da Saúde, é usado para enfermidades que afetam até 65 pessoas para cada 100 mil indivíduos. A maior parte tem origem genética mas, em muitos casos, a ciência ainda tenta descobrir quais são os fatores envolvidos.

O governo federal estima que, em todo o Brasil, 13 milhões de pessoas tenham algum tipo de doença rara. Em fevereiro, o ministério anunciou que passaria a compartilhar, com os laboratórios, os riscos da pesquisa e da compra de medicamentos para essas doenças.


Fonte: G1
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