Quem Somos  |  Produtos e Serviços  |  Presidente  |  Nossos Escritórios  |  Contato
 
Notícias
Eventos
Clipping
 
 
Principal
Áreas de Atuação
Jurisprudência/Casos de Sucesso
Esportes
Doutrinas e Artigos
Informativo Tributário
Notícias
Clipping
Eventos
Publicações
Representantes
Área Restrita
 
 
Pesquisar
 
 
 
Anvisa 'não tinha boa vontade' para liberar agrotóxicos, diz ministra da Agricultura - 26/07/2019
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse nesta sexta-feira (26) que no passado não havia tantos registros de agrotóxicos porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enfrentava "falta de pessoal" e também porque não havia "boa vontade" para liberar os produtos.

O Ministério da Agricultura aprovou na segunda-feira (22) o registro de mais 51 agrotóxicos, totalizando 262 neste ano. O ritmo de liberação de novos pesticidas é o mais alto já visto para o período. Desse total, 7 são produtos formulados, aqueles que os agricultores podem comprar em lojas de insumos agrícolas.

"O que houve é que no passado a Anvisa tinha falta de pessoal e também não tinha boa vontade em liberar esses produtos. O que nós estamos liberando hoje, a grande maioria, eu digo, mais de 90%, são produtos que já estão no mercado, mas com as moléculas das empresas principais", explicou a ministra.

Tereza Cristina comentou em entrevista à TV Morena que após dez de uso pelas empresas desenvolvedoras, as patentes destas moléculas foram quebradas, possibilitando a sua utilização em produtos genéricos, exatamente como ocorre com os medicamentos.

A ministra diz que existe o que chamou de "esquizofrenia" na discussão de qualquer assunto relativo a agrotóxicos atualmente no Brasil e enalteceu o controle sobre esses produtos no país.

Ela lembrou que no Brasil, antes do registro e liberação de uso de qualquer tipo de defensivo agrícola o produto passa pelos controles de três instituições, o próprio Ministério da Agricultura, o Ministério do Meio Ambiente e a Anvisa.

"O Ministério da Agricultura vê a importância daquele produto comercialmente e o resíduo que ele deixa nas plantas. O Ministério do Meio Ambiente vê onde e em que o produto pode afetar o meio ambiente. O solo, a água, as plantas vizinhas, as abelhas, enfim... Depois nós temos o Ministério da Saúde através da Anvisa que faz todos os testes para ver se a dosagem recomendada pelo fabricante afeta a saúde das pessoas", explicou.

Tereza Cristina disse também que a análise dos produtos feita pela Anvisa no passado era de "perigo", um modelo bem mais rígido que em outros países, que adotam um sistema que se chama análise de "risco", semelhante ao uso nos testes para medicamentos.

A Anvisa aprovou, nesta terça-feira (23), um novo marco regulatório para avaliação e classificação toxicológica de agrotóxicos, que vai mudar o que é informado nas embalagens desses produtos. Atualmente, essas embalagens contêm o símbolo da caveira com uma faixa vermelha, indicando o perigo, mas sem detalhar sobre quais são riscos.



Fonte: G1
<< Voltar
Édison Freitas de Siqueira Advogados Associados S/S - OAB/RS 22.136 - OAB/SC 22.281-A - OAB/GO 28.659-A - OAB/MG 92.047 - OAB/RJ 2.541-A - OAB/SP 17.2838-A - OAB/DF 2.074-A - OAB/MT 10.305-A - OAB/BA 23.016
A Ordem dos Advogados de Portugal - OAP/Lisboa 21.530L
Todos os direitos reservados © 2008
CA 91362
English version
Nosso trabalho e história profissional estão disponibilizados nesta página. Nossas atividades profissionais são reguladas pela Lei Nº 8906, de 04/07/1994, razão pela qual as nossas informações serão disponibilizadas mediante a comprovação de vosso efetivo interesse demonstrando a opção e a vontade de entrar no nosso site.