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Reforma da Previdência: Deputados 'rebeldes' que traíram na hora de votar N - 11/07/2019
Comandada pelo presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ), o governo federal obteve uma vitória acachapante na  votação do primeiro turno do texto-base da reforma da Previdência -  substitutivo, votado em comissão especial, da Proposta de Emenda à Constituição  (PEC )enviada em março pelo Executivo ao Congresso  Nacional.

Foram 379 sim, superior à contabilidade prevista pelo governo de 330 votos, contra 131 que disseram não à mudança na aposentadoria. Mas o que mais surpreendeu foram os 'votos dos rebeldes', vindos de deputados que traíram orientação de suas respectivas lideranças partidárias.

O caso mais notório foi o da novata deputada Tabata Amaral (PDT/SP), que mesmo sob ameaça de expulsão, votou contra a diretrizes da direção do PDT , que fechou questão pelo não à reforma da Previdência.

Tabata ganhou repercussão nacional ao questionar, em março deste ano, durante sabatina na Comissão de Educação, o ex- ministro da Educação Ricardo Vélez Rodrígez.

O PSDB  também determinou como deveriam votar parlamentares do partido. Diferentemente do PDT, a direção tucana determinou que seus deputados votassem sim às mudanças nas regras da aposentadoria.  A deputada Tereza Nelma não quis saber, acabou fazendo parte dos 131 que votaram contra a reforma.

O mineiro em primeiro mandato na Câmara, deputado André Janones (Avante/MG, ), também se posicionou na contramão do que decidiu o  presidente nacional da sigla, deputado Luiz Tibé, que rebatizou a legenda, antes denominada de PT do B. Tibé votou sim ao texto-base da reforma.

O  deputado Tiririca (PL/SP)  é  outro parlamentar que abriu dissidência no partido pelo qual foi eleito, votando não à reforma.

O deputado Valdevan Noventa (PSC/SE) também  votou não, independentemente do PSC, que por coincidência é a mesma legenda do vereador Carlos Bolsonaro (RJ), filho do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Os deputados dissidentes  que votaram não vieram do Pros, PL, PSD e PP e PRB, que aliaram à oposição na Câmara, formada por PT, Psol, PCdoB, PSB, PDT e Rede .



Fonte: Estado de Minas
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