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Odebrecht encerra sem sucesso negociações com LyondelBasell para venda da Braskem - 04/06/2019
O grupo Odebrecht informou nesta terça-feira (4) que não houve acordo e que foram encerradas sem sucesso as negociações com a LyondellBasell sobre a venda do controle da Braskem para a holandesa.

"A Odebrecht, como acionista controladora da Braskem, seguirá empenhada em identificar e perseguir alternativas que agreguem valor à sua participação na empresa, em linha com a estratégia de estabilização financeira do grupo", informou em nota a empresa.

Segundo o "Valor Econômico", o fim das negociações está relacionado a diversos fatores, mas, principalmente, à insegurança jurídica em torno da situação financeira do grupo Odebrecht, apurou o Valor.

Segundo o diretor-presidente da LyondellBasell, Bob Patel, a combinação dos negócios seria interessante pelas potenciais sinergias, mas a decisão de suspender as negociações foi tomada em comum acordo após uma “análise cuidadosa”.

O início das negociações tinha sido anunciado em junho do ano passado. As conversas entre Odebrecht e LyondellBasell vinham sendo acompanhadas de perto pela Petrobras, que divide o controle da Braskem com a Odebrecht e aguardava a conclusão da operação para avaliar possibilidade de venda de sua fatia na empresa ao mesmo comprador, destaca a Reuters.

A Braskem é controlada atualmente pela Odebrecht, que possui 38,3% das ações e 50,1% do capital votante da petroquímica. A Petrobras possui 36,1% das ações e 47% do capital votante.

A tentativa de venda da participação da Odebrecht na Braskem ocorre em meio às dificuldades de caixa do grupo na esteira dos impactos da operação Lava Jato. A holding já saiu de vários negócios desde 2015. Na semana passada, a Atvos, subsidiária do grupo e segunda maior produtora de etanol do país, entrou com pedido de recuperação judicial.

Na sexta-feira (31), a Braskem assinou com a Controladoria-Geral da União (CGU) e Advocacia-Geral da União (AGU) um acordo de leniência no qual a empresa concordou pagar um total de R$ 2,87 bilhões à União até janeiro de 2025. Após o cumprimento do acordo, a empresa terá redução de multas e poderá voltar a receber subsídios e empréstimos do governo federal, além de poder fechar novos contratos com a administração pública.



Fonte: G1
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