Quem Somos  |  Produtos e Serviços  |  Presidente  |  Nossos Escritórios  |  Contato
 
Notícias
Eventos
Clipping
 
 
Principal
Áreas de Atuação
Jurisprudência/Casos de Sucesso
Esportes
Doutrinas e Artigos
Informativo Tributário
Notícias
Clipping
Eventos
Publicações
Representantes
Área Restrita
 
 
Pesquisar
 
 
 
Uber estreia na bolsa de NY - 10/05/2019
A Uber abriu capital nesta sexta-feira (10) na bolsa de Nova York, em uma das mais esperadas estreias na bolsa de valores deste ano. A empresa levantou US$ 8,1 bilhões com a venda de ações, precificadas na quinta-feira (9) a US$ 45 cada.

Com a venda inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), a empresa foi avaliada em US$ 82,4 bilhões. A quantia levantada foi a nona maior de um IPO nos EUA e a maior desde que o Alibaba veio a público em 2014 e arrecadou cerca de US$ 21,8 bilhões.

A entrada da Uber no mercado acionário também mostra o amadurecimento das empresas de tecnologia que surgiram na época dos aplicativos, após o surgimento dos smartphones. Outros IPOs grandes desse período foram de empresas como a Snap e a Lyft, concorrente da Uber.

Fundada em 2008 para tentar solucionar o problema simples de pedir um carro, a empresa ficou conhecida pela agressividade com que entrava em novos mercados e pelo modelo que inspirou outras startups — muitas sucederam a companhia tentando ser "a nova Uber" em outros setores que também precisavam de inovação.

Apesar de a Uber estar abrindo capital, os números da empresa ainda são bastante em linha com as startups que gastam muito para fidelizar consumidores e ganhar espaço no mercado. Nos documentos apresentados às autoridades americanas, a empresa mostrou um prejuízo de mais de US$ 3 bilhões nas operações de 2018, e um prejuízo total de cerca de US$ 1bilhão no primeiro trimestre deste ano.

"Não vejo a empresa gerando caixa no curto prazo por algumas questões operacionais e também de concorrência", disse Tiago Reis, fundador da Suno Research, casa de análise de investimentos.

Segundo os analistas Gene Munster e Will Thompson, da empresa de investimento Loup Ventures, a indústria de transporte por aplicativos continua em transição: do modelo de rede de motoristas para o modelo de "transporte como serviço".

"Nós acreditamos que essa transição, especialmente no que diz respeito à autonomia [dos carros], vai ser mais longa e mais impactante do que as pessoas pensam. A expectativa é que 2019 trará investimentos pesados e ações imprevisíveis no curto prazo", escreveram os analistas em nota.

Os analistas afirmaram também que, no longo prazo, empresas como Uber e Lyft "serão bem sucedidas em capitalizar em uma indústria que vê o modelo migrar da posse do carro para o transporte baseado em serviços".

Embora haja o otimismo dos analistas no longo prazo, a Uber tenta não repetir o destino da concorrente Lyft. A companhia estreou na bolsa no final de março e, com um resultado trimestral de grandes prejuízos, chegou a cair 11% na quarta-feira (8). Desde que abriu capital, a Lyft já perdeu 37% do seu valor de mercado.

O atual momento do mercado, com cautela dos investidores por tensões comerciais, também não ajudou a empresa, que venceu as primeiras ações perto do valor mínimo da faixa de preço, que estava entre US$44 e US$ 50. Inicialmente, a Uber esperava ser avaliada perto de US$ 100 bilhões, o que acabou não se tornando realidade.


Fonte: G1
<< Voltar
Édison Freitas de Siqueira Advogados Associados S/S - OAB/RS 22.136 - OAB/SC 22.281-A - OAB/GO 28.659-A - OAB/MG 92.047 - OAB/RJ 2.541-A - OAB/SP 17.2838-A - OAB/DF 2.074-A - OAB/MT 10.305-A - OAB/BA 23.016
A Ordem dos Advogados de Portugal - OAP/Lisboa 21.530L
Todos os direitos reservados © 2008
CA 91362
English version
Nosso trabalho e história profissional estão disponibilizados nesta página. Nossas atividades profissionais são reguladas pela Lei Nº 8906, de 04/07/1994, razão pela qual as nossas informações serão disponibilizadas mediante a comprovação de vosso efetivo interesse demonstrando a opção e a vontade de entrar no nosso site.