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Eletrobras reverte prejuízo e lucra R$ 13,3 bilhões em 2018 - 28/03/2019
A estatal de energia Eletrobras teve um lucro líquido de R$ 13,348 bilhões em 2018, informou a companhia na madrugada desta-feira (28). Em 2017, a empresa havia registrado prejuízo líquido de R$ 1,726 bilhão.

(CORREÇÃO: ao publicar esta reportagem, o G1 errou ao informar no título que a Eletrobras lucrou R$ 13,3 milhões. O correto é R$ 13,3 bilhões. A informação foi corrigida às 7h26.)

O resultado vem do lucro de R$ 15,2 milhões com as operações continuadas, descontado o prejuízo líquido de R$ 1.879 milhão com as operações descontinuadas de suas distribuidoras.

A receita líquida da Eletrobras somou R$ 24,976 bilhões no ano passado, uma redução de 15,2% em relação a 2017.

No quarto trimestre de 2018, a Eletrobras reportou um lucro líquido de R$ 12,07 bilhões, revertendo prejuízo de R$ 3,9 bilhões no mesmo período do ano anterior.

"O resultado foi o maior já apurado pela companhia nos últimos 20 anos", disse a companhia nesta quinta-feira, atribuindo o desempenho à redução de impairment e contratos onerosos da usina nuclear de Angra 3, no valor de R$ 7,2 bilhões, e à venda de deficitárias subsidiárias de distribuição de energia.

A maior elétrica do Brasil, com controle sobre um terço da capacidade de geração e metade da rede de transmissão do país, somou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 13,39 bilhões no quarto trimestre, contra Ebitda negativo de R$ 1,55 bilhão no mesmo período de 2017.

A estatal teve uma receita operacional líquida de R$ 6,16 bilhões no quarto trimestre, recuo de 22,9% na comparação anual. Em 2018, a receita somou R$ 24,9 bilhões, recuo de 15% frente a 2017.

Já os investimentos da estatal recuaram 12% no ano, para R$ 4,6 bilhões, somando R$ 1,76 bilhão no quarto trimestre.

Além das reversões de impairment e contrato oneroso de Angra 3, a Eletrobras apurou efeito positivo de R$ 2,96 bilhões com a venda de suas distribuidoras, após a reversão de patrimônio líquido negativo.

A companhia privatizou ao longo de 2018 seis distribuidoras de energia no Alagoas, Amazonas, Acre, Piauí, Roraima e Rondônia.

Também houve uma reversão de provisão de R$ 739 milhões relativa à classificação de riscos de contingências nas distribuidoras já transferidas aos novos controladores.

O plano de demissão consensual da companhia de 2018 ainda contribuiu com R$ 370 milhões para o resultado.

Em dezembro, a Eletrobras concluiu a venda de seis de suas distribuidoras, com o leilão da Companhia Energética de Alagoas (Ceal), arrematado pela Equatorial Energia. Cepisa, Ceron, Eletroacre, Amazonas Energia e Boa Vista Energia já haviam sido vendidas ao longo do ano.

A venda das distribuidoras da Eletrobras era considerada fundamental para que o governo consiga levar adiante o projeto de privatização da estatal.

Com a decisão da Eletrobras de não renovar a concessão das distribuidoras em 2016, o governo resolveu privatizar seis empresas: Ceal, Ceron, Amazonas Energia, Boa Vista, Eletroacre e Cepisa. Desde então, a Eletrobras vinha operando as companhias temporariamente.

Em fevereiro, a assembleia da Eletrobras aprovou a venda das distribuidoras. Decidiu, ainda, assumir R$ 11,2 bilhões em dívidas das empresas. Se as distribuidoras não fossem vendidas, a Eletrobras informou que faria a liquidação das empresas, ou seja, encerraria a operação. Nesse caso, a União deveria assumir a operação do serviço.

No início do mês, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que a Eletrobras não será privatizada, mas capitalizada, "em modelo semelhante ao que ocorreu no passado com a Embraer".

O governo anterior, de Michel Temer, falava em promover uma desestatização da Eletrobras, maior elétrica do Brasil, por meio de uma operação em que a empresa emitiria novas ações e diluiria a fatia governamental na companhia para uma posição minoritária.

A gestão Bolsonaro passou a adotar o termo "capitalização" para se referir ao processo, e o ministro Albuquerque chegou a dizer em algumas ocasiões que não há uma decisão fechada sobre a perda de controle da companhia pelo governo. No final de fevereiro, Albuquerque afirmou que a proposta do governo para a capitalização da Eletrobras deve estar pronta até junho.

No início deste ano, a Eletrobras abriu uma nova rodada de seu plano de demissão voluntária, com objetivo de desligar 2.187 funcionários e economizar R$ 574 milhões por ano.



Fonte: G1
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