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Bolsonaro afirma que 'pode acontecer' de não ter apoio no Congresso - 22/11/2018
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta quinta-feira (22) que pode vir a não ter apoio no Congresso. O seu partido elegeu a segunda maior bancada na Câmara dos Deputados, com 52 parlamentares, antecedido pelo PT, que detem a maior, com 56 deputados.

Após encontro com novos comandantes das Forças Armadas, em Brasília, ele disse que não está fazendo "política tradicional" e que o "toma lá dá cá" gera um Estado "ineficiente" e "corrupto".

"Alguns dizem que eu não vou ter apoio do parlamento. Pode acontecer por que não?", afirmou. "Não estamos fazendo política tradicional. Eu fiz a minha campanha praticamente sozinho, sem partido nenhum ao meu lado", disse.

"Procurem parlamentares do dito Centrão [DEM, PP, PR, PRB e SD]. A maioria deles ou me apoiou ou ficou neutro. Ninguém apoiou o candidato deles [Geraldo Alckmin]. Eles têm consciência que o Brasil continuando dessa forma de fazer política, no toma lá dá cá, continuaremos com um estado ineficiente e corrupto. E é isso que nós não queremos", concluiu.

Dos partidos que integram o "Centrão", o DEM é o único até o momento com ministros na equipe de Bolsonaro: Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Tereza Cristina (Agricultura) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).

Lorenzoni afirmou na quarta que é uma "coincidência" o espaço dado aos políticos do DEM por Bolsonaro.

O general Augusto Heleno, por sua vez, disse que se trata de uma "mera circunstância", já que Bolsonaro tem escolhido os titulares das pastas em razão dos "nomes" e do apoio das "bancadas". Para o general, não há "compromisso" de Bolsonaro com o DEM.

Bolsonaro afirmou na entrevista que propôs durante o encontro que os "comandos militares" fiquem na Esplanada dos Ministérios.

"Propus a eles (futuros comandantes) agora trazermos de volta para cá os comandos militares, aqui para a Esplanada. Por que foram tirados daqui?", disse.

Os novos comandantes das Forças Armadas foram anunciados nesta quarta-feira (21), pelo futuro ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva.

“Nós não podemos prescindir do conhecimento, do patriotismo, dos propósitos que os militares têm para com o Brasil”, acrescentou o presidente eleito.

Atualmente, os comandos da Marinha e da Aeronáutica funcionam em blocos da Esplanada. O comando do Exército fica no setor militar urbano, na região central da capital federal.

No passado, os comandos das três Forças ficavam na Esplanada e os respectivos chefes eram chamados de ministros, o que não ocorre mais.

Em 1999, no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o Ministério da Defesa foi criado e as três forças ficaram subordinadas a pasta.

O atual ministro da Defesa é o general do Exército Joaquim Silva e Luna, o primeiro militar a comandar a pasta, indicado pelo presidente Michel Temer. Luna será sucedido pelo general do Exército Fernando Azevedo e Silva, escolhido por Bolsonaro.

Bolsonaro tem afirmado desde a vitória na eleição presidencial que os militares terão espaço de destaque em seu governo e participarão das decisões.

Entre os futuros ministros, três são militaras da reserva: o general Augusto Heleno (GSI), o general Azevedo e Silva (Defesa) e o tenente-coronel da Aeronáutica Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

Jair Bolsonaro (PSL) também afirmou nesta quinta-feira (22) que busca um nome técnico para o Ministério da Educação. Ele disse, ainda, que não sabe quando vai definir o nome do futuro ministro.

Bolsonaro também foi questionado sobre suposta escolha do professor Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna. "Não tem nada. Está cheio de fake news", respondeu.

Segundo Bolsonaro, o nome não foi cogitado. "Nem foi cogitado o nome do senhor Mozart para ser ministro, então não procede isso", disse.

Após o nome de Mozart circular como possível ministro nesta quarta-feira (21), Bolsonaro publicou no Twitter que o nome para comandar o Ministério da Educação ainda não estava definido.

"Informo que até o presente momento não existe nome definido para dirigir o Ministério da Educação", publicou o presidente eleito na rede social.
 
Bolsonaro disse que terá um encontro nesta quinta com o procurador da República Guilherme Schelb. Ele destacou que o procurador é um dos cotados para o Ministério da Educação.

Em sua conta no Twitter, Schelb se apresenta como “defensor dos direitos e da dignidade humana especial de crianças e adolescentes”.

O procurador se diz favorável ao projeto Escola Sem Partido e faz críticas ao PT e a esquerda na rede social.



Fonte: G1
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