Quem Somos  |  Produtos e Serviços  |  Presidente  |  Nossos Escritórios  |  Contato
 
Notícias
Eventos
Clipping
 
 
Principal
Áreas de Atuação
Jurisprudência/Casos de Sucesso
Esportes
Doutrinas e Artigos
Informativo Tributário
Notícias
Clipping
Eventos
Publicações
Representantes
Área Restrita
 
 
Pesquisar
 
 
 
'As pessoas estão na internet e acham que estão sob anonimato', diz delegado - 25/10/2018
A Operação Olhos de Lince, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira, 24, mirou nove casos de incitação ao crime e quebra do sigilo do voto em seis Estados. As descobertas são parte das atividades do Centro Integrado de Comando e Controle Eleitoral e resultado do trabalho da PF de acompanhamento das redes sociais com o objetivo de identificar e evitar possíveis crimes eleitorais e ameaças a candidatos.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão. Cinco termos circunstanciados foram assinados e nove pessoas ouvidas.

Segundo o delegado Flávio Coca, responsável pela investigação, foi possível chegar nas pessoas que criaram as publicações em que incitavam o crime de homicídio contra os dois candidatos à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Outros alvos prestaram depoimento para explicar o motivo de publicarem imagens da urna eletrônica no momento do registro do voto, o que é proibido por lei.

Os mandados foram cumpridos em cidades como São Paulo, Sorocaba (SP), Nova Iguaçu (RJ), Uberlândia (MG) e Caxias do Sul (RS) e lavrados cinco Termos Circunstanciados de Ocorrência, com a intimação dos investigados, em Juiz de Fora (MG), Varginha (MG), Recife (PE), e Caxias do Sul (RS). Também houve cumprimento de cautelar no Estado do Pará.

O principal objetivo da operação, disse o delegado, foi apreender os celulares dos investigados para provar que eles foram utilizados para produzir as imagens e publicá-las nas redes sociais.

De acordo com o delegado, uma das técnicas utilizadas para identificar os suspeitos foi o laudo prosopográfico, que consiste em comparar imagens do alvo com banco de dados públicos ou internos da PF. Em um dos casos da Operação Olhos de Lince, contou o delegado, a imagem de uma mão que aparece no vídeo levou os investigadores ao suspeito.

"As pessoas estão na internet e acham que estão sob anonimato. Algumas criam perfil fake, mas PF tem meios e métodos para chegar a essas pessoas", disse o delegado.




Fonte: Estado de Minas
<< Voltar
Édison Freitas de Siqueira Advogados Associados S/S - OAB/RS 22.136 - OAB/SC 22.281-A - OAB/GO 28.659-A - OAB/MG 92.047 - OAB/RJ 2.541-A - OAB/SP 17.2838-A - OAB/DF 2.074-A - OAB/MT 10.305-A - OAB/BA 23.016
A Ordem dos Advogados de Portugal - OAP/Lisboa 21.530L
Todos os direitos reservados © 2008
CA 91362
English version
Nosso trabalho e história profissional estão disponibilizados nesta página. Nossas atividades profissionais são reguladas pela Lei Nº 8906, de 04/07/1994, razão pela qual as nossas informações serão disponibilizadas mediante a comprovação de vosso efetivo interesse demonstrando a opção e a vontade de entrar no nosso site.