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Internet é democracia
Luciano Medina Martins, jornalista
Um movimento começado por estudantes na Internet (Facebook), para protestar contra políticos, levou mais de 30 mil Belgas às ruas no domingo. O nome do movimento é Shame, vergonha em inglês.

Os políticos belgas não conseguem chegar a uma coalizão partidária nacional forte o suficiente para formar uma só liderança no parlamento. Ou seja, o protesto era contra a falta de um governo. Mas também existem motivos econômicos, a avaliação de risco para investimento na Bélgica foi prejudicado pelo imobilismo de seus políticos.

No Brasil, cerca de 80 estudantes subiram a rampa do Planalto para protestar contra o aumento dos deputados, eles não se articularam via Internet, e a divulgação de seu protesto foi feito pelos jornalistas que cobrem o Planalto, não por eles mesmos. Quase não houve repercussão internacional.

As redes sociais podem ser utilizadas para levar as pessoas às ruas, para mobilizar a população em torno de causas, para potencializar a repercussão de suas reivindicações junto às mídias tradicionais e, antes disso, para formar a opinião.

A opinião pública já se formava nas redes sociais fora da Internet, nos corredores de faculdades, nos bares, nos cafés e em restaurantes, nos pontos de encontro tradicionais de cada grande e pequena cidade. E as mídias tradicionais já a influenciavam, agendando uma parte da discussão nos círculos de relacionamento, pautando o bate-papo no bar.

Agora, parte deste processo de formação de opinião ocupa o ciberespaço, nas redes sociais, onde as possibilidades de "conversar" em uma grande "mesa de bar" se multiplicaram, e já vemos os primeiros sinais de que as redes sociais se afirmam como um berçário de movimentos políticos.

Cada vez mais se torna importante garantir o acesso à Internet para toda a população. Internet livre é democracia. No Brasil, a possível promoção de acesso a uma fatia muito maior da população está ligada ao celular. O celular é mais barato que um PC ou um netbook e mais brasileiros podem ter acesso e participar de redes sociais através deste aparelho. É possível que um dia façamos um referendo popular via celular e assim a opinião pública e a participação direta influenciem mais os governos e os nossos representantes eleitos.

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